Prefeito Murílio participa de reunião no MPPB para tratar do fim dos lixões

O prefeito Murílio Nunes, participou no último dia 28, de uma reunião na sede do Ministério Público da Paraíba (MPPB), para tratar do fim dos lixões, um dos mais graves problemas ambientais do Brasil.

O gestor mostrou-se preocupado com a situação, haja vista termos em nosso município um local inadequado, onde depositamos os resíduos acumulados diariamente pela população, o que acaba sendo prejudicial tanto para o meio ambiente, como para a saúde das pessoas.

O encontro contou com as participações do Dr. Ranieri Dantas, promotor do MPPB, Cledson Lima, do Eixo Consultoria e Ronilton Pereira Lins, que é membro consultor da comissão Nacional de direto Ambiental.

A reunião atende ao que determina a Lei nº 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Esta lei, constitui-se em instrumento essencial na busca de soluções para um dos mais graves problemas ambientais do Brasil, o mal destino dado aos resíduos sólidos, impondo a necessidade premente de substituir os lixões a céu aberto por aterros sanitários como medida de proteção ambiental.

Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizada em 2008, somente 27.7% das cidades brasileiras possuíam aterros sanitários, 22.5% possuíam aterros controlados e 50,8% das cidades despejavam o lixo produzido em lixões.

O Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2012, elaborado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), indica que a geração de resíduos no país cresceu 1,3% de 2011 para 2012, maior que o crescimento populacional que foi de 0,9%, sendo que do total de resíduos coletados 58% foram para os aterros sanitários, 24,2% foram para aterros controlados e 17,8% foram para os lixões.

“Assim como o restante do país, Araçagi não poderia ficar de fora. Vamos buscar formas de pôr fim ao lixão do nosso município, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas, como também, preservarmos o meio em que vivemos,” disse Murílio.

 

COMPARTILHAR